A frota brasileira está envelhecendo. Dados da Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran), com publicação em maio de 2025, dão conta de 128.789.688 veículos com certificado de registro no país. Com base no CRV, nota-se que as idades desses veículos variam. 251.138 unidades estão entre os anos de 1900 e 1965, enquanto os “mais jovens” são, em grande maioria, do ano de 2011.
Ao analisarmos os dados, chegamos a algumas conclusões importantes. A primeira delas é a de que nossa frota veicular está prestes a atingir a “maioridade”, com 2008 sendo o ano médio que melhor a representa.
Os extremos da frota brasileira
Os estados com as frotas mais jovens são Acre, Amapá, Maranhão, Amazonas e Pará. O ano médio de emplacamento desses estados é 2012. No outro extremo, temos o Rio Grande do Sul, com emplacamento médio de 2005. Outros estados preponderantes na economia brasileira, como São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná (2006) e Minas Gerais (2007), também possuem frotas mais velhas do que a média nacional.
Esses números, porém, englobam todos os tipos de veículos. Quando focamos em veículos de carga, vemos um envelhecimento persistente. O SINDICAMP (Sindicato das Empresas de Transportes e Cargas de Campinas e Região) fez um levantamento nacional que aferiu 2,24 milhões de caminhões em circulação em 2024. Destes, 56% têm até 15 anos e 32% mais de 16. Com isso, pontos de atenção levam à reflexão.
Em primeiro lugar, frotas mais antigas trazem o risco de tempo parado por necessidade de manutenção, consumo ineficiente e falhas operacionais. Em segundo lugar, há os custos inerentes a rodar com veículos envelhecidos.
Só para exemplificar, combustíveis, manutenção, seguro e equipamento representam entre 60% e 70% dos custos do transporte rodoviário. Um veículo com idade avançada pode influenciar em cerca de 1% do valor total, só pela falta de eficiência no consumo e pelos custos elevados de manutenção e seguro.
Para se ter uma ideia do que isso representa em números absolutos, estimativas da CONAB apontam que só os fretes para o Porto de Santos custaram R$ 40 milhões a mais, por ano, graças à idade da frota.
Peças remanufaturadas: solução para manutenções acessíveis
O envelhecimento da frota brasileira leva a uma maior geração de resíduos. Com os custos para mantê-la operacional e a necessidade de planejamento para colocar uma renovação no fluxo de caixa, é preciso encontrar formas de cortar custos com eficiência.
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